plano de saúde é o benefício mais valorizado pelos trabalhadores brasileiros. Mesmo assim, muitas empresas, motivadas pela crise econômica, estão excluindo os convênios médicos da cesta de benefícios ofertados, mesmo cientes do papel preponderante do produto na atração e retenção de talentos. Diante de tal realidade, ao invés de retirar o benefício, adotar a coparticipação aparece como uma saída para as organizações.

A coparticipação é uma modalidade em que o usuário paga, além do valor mensal do plano, uma taxa a cada vez que passar por uma consulta, realizar um exame, e alguns outros procedimentos. “A coparticipação oferece as mesmas coberturas do plano tradicional. A única diferença é que o consumidor paga parte das despesas da operadora pelo atendimento prestado. Em compensação, o valor mensal do plano é reduzido”, explica Marcelo Alves, diretor da Célebre Corretora.

Alves ainda explica que a taxa varia de caso para caso. Pode ser cobrada por meio de um valor fixo ou um percentual. “Uma consulta pode custar R$ 25 ou 25% do valor previsto na tabela da prestadora”, exemplifica.

Com o intuito de esclarecer as dúvidas e direitos de quem conta ou deseja contar com a coparticipação, o especialista listou alguns mitos e verdades sobre o mecanismo. Confira:

 

Só pode ser adotada em planos empresariais

MITO. Apesar de ser mais comum nos planos empresariais, a coparticipação também existe entre os planos individuais/ familiares e coletivos por adesão, que são aqueles fornecidos por associação ou sindicato.
“Vale lembrar que no caso dos coletivos, seja com coparticipação ou não, os reajustes de mensalidade não são regulados pela ANS (Agência Nacional da Saúde)”, ressalta.

A mensalidade do plano de saúde tende a ser mais barata

VERDADE. Como o consumidor paga uma tarifa pelo procedimento avulso, a mensalidade de planos com coparticipação, seja ele individual/familiar, empresarial ou coletivo por adesão, fica mais barata na comparação com os tradicionais. “A recomendação para quem deseja contratar essa modalidade é levar em consideração algumas necessidades, como, por exemplo, a frequência de consultas e exames que realiza no mês”, pontua o executivo.

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Fonte: Apólice